As normas IFRS S1 e IFRS S2, emitidas pelo International Sustainability Standards Board (ISSB), representam uma virada relevante na forma como organizações devem tratar sustentabilidade, clima e desempenho econômico.
Mais do que um novo padrão de reporte, elas consolidam a expectativa de investidores, reguladores e conselhos de administração por informações financeiras e pré‑financeiras conectadas, consistentes e orientadas a decisões.
Este artigo vai além da explicação conceitual. O objetivo é mostrar o que muda na prática, quais são as responsabilidades de governança envolvidas e por que IFRS S1 e S2 devem ser tratadas como um tema estratégico — e não apenas como mais um relatório.
As normas IFRS S1 e IFRS S2 representam uma mudança estrutural na forma como sustentabilidade e clima são tratados sob a ótica financeira.
Nos últimos anos, investidores, analistas financeiros e demais participantes do mercado enfrentaram um problema crescente: a falta de padrões consistentes e comparáveis para divulgar informações de sustentabilidade e clima com relevância financeira. Embora existissem diversos frameworks (como GRI, SASB, TCFD, CDSB e Relato Integrado), eles tinham escopos, metodologias e focos diferentes, o que tornava difícil comparar relatórios entre empresas e compreender riscos e oportunidades de forma uniforme.
A fragmentação de padrões criou dificuldades reais
Antes do ISSB, cada framework tinha objetivos específicos:
Essa diversidade trouxe benefícios em pontos específicos, mas também gerou informações inconsistentes, não comparáveis e de difícil avaliação para investidores globais — o que reduzia a confiança dos mercados e dificultava decisões de alocação de capital.
O papel do ISSB e a consolidação dos padrões
Para enfrentar essa lacuna, a IFRS Foundation — a mesma organização que define os padrões contábeis IFRS — anunciou, em novembro de 2021, a criação do International Sustainability Standards Board (ISSB), com o objetivo explícito de desenvolver padrões globais de divulgação de sustentabilidade que atendam à demanda dos investidores por informações materialmente relevantes e comparáveis internacionalmente.
Em 26 de junho de 2023, o ISSB emitiu seus primeiros dois padrões:
Esse movimento representa uma convergência dos principais frameworks existentes, reduzindo a multiplicidade de diretrizes e estabelecendo um baseline global para informação financeira relacionada à sustentabilidade e ao clima, com foco em materialidade financeira — ou seja, aquilo que pode influenciar decisões de investidores e credores.
Riscos e oportunidades agora conectados ao valor da empresa
A lógica por trás da IFRS S1 e IFRS S2 é simples e direta: sustentabilidade e clima não são “temas periféricos” — eles afetam diretamente o desempenho financeiro de empresas, como:
Ignorar essas informações ou apresentá-las de forma inconsistente deixou de ser uma opção aceitável do ponto de vista fiduciário — especialmente para investidores que buscam decisões bem fundamentadas e comparáveis globalmente.
O papel das IFRS S1 e S2 no cenário regulatório atual
Como reflexo dessa necessidade, muitas jurisdições já estão adotando ou alinhando seus requisitos regulatórios às IFRS S1 e IFRS S2. No Brasil, por exemplo, a CVM incorporou essas normas via Resolução CVM nº 193, com adoção obrigatória para companhias abertas a partir de 2027 — um movimento que acelera a integração entre relatórios financeiros e de sustentabilidade no mercado de capitais.
A IFRS S1 é a norma-base do ISSB para divulgações de sustentabilidade. Ela estabelece os requisitos gerais para que empresas divulguem informações financeiras relacionadas à sustentabilidade, sempre sob a ótica da materialidade financeira — isto é, aquilo que pode influenciar decisões de investidores e credores.
Diferentemente de outros frameworks tradicionais, a IFRS S1 não tem como foco principal o impacto socioambiental amplo (como ocorre no GRI), mas sim como fatores ambientais, sociais e de governança (ESG) afetam — ou podem afetar — o desempenho econômico, o fluxo de caixa e a capacidade de geração de valor da organização no curto, médio e longo prazo.
Essa mudança de lógica é fundamental: sustentabilidade deixa de ser um tema reputacional ou narrativo e passa a integrar o núcleo da análise financeira e estratégica do negócio.
Sustentabilidade conectada às perspectivas econômicas
A IFRS S1 parte de um pressuposto claro: riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade já influenciam premissas financeiras, decisões de investimento, custo de capital e avaliação de ativos e passivos.
Por isso, a norma exige que a organização identifique e divulgue apenas os temas que sejam materialmente relevantes do ponto de vista financeiro, considerando sua cadeia de valor, o setor em que atua e o horizonte temporal das decisões econômicas.
Esse enfoque aproxima definitivamente sustentabilidade de áreas como:
Os quatro pilares da IFRS S1
A estrutura da IFRS S1 segue a mesma lógica consagrada pela TCFD, organizada em quatro pilares, agora aplicáveis a todos os temas de sustentabilidade, e não apenas ao clima:
A empresa deve explicar como o conselho de administração e a alta gestão supervisionam riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade.
Isso inclui:
Na prática, a norma reforça que sustentabilidade passa a integrar o dever fiduciário do conselho, aproximando-se das responsabilidades tradicionais ligadas às demonstrações financeiras.
A IFRS S1 exige que a organização demonstre como riscos e oportunidades de sustentabilidade influenciam o modelo de negócios, a estratégia e o planejamento financeiro.
Não se trata apenas de listar riscos, mas de explicar:
Esse ponto costuma revelar um dos principais gaps das organizações: muitas identificam riscos ESG, mas não conseguem demonstrar como eles alteram decisões reais de negócio.
Neste pilar, a empresa deve detalhar como identifica, avalia, prioriza e monitora riscos e oportunidades de sustentabilidade, incluindo sua integração aos processos tradicionais de gestão de riscos corporativos (ERM).
A expectativa do ISSB é que:
Por fim, a IFRS S1 exige a divulgação de métricas e metas utilizadas para monitorar riscos e oportunidades de sustentabilidade, sempre com foco em relevância financeira.
Essas métricas devem ser:
Esse requisito aproxima a sustentabilidade do mesmo nível de rigor exigido para indicadores financeiros tradicionais.
O conceito-chave: conectividade da informação
O elemento central da IFRS S1 é a conectividade. A norma deixa explícito que as informações de sustentabilidade devem dialogar diretamente com as demonstrações financeiras, incluindo:
Isso significa que não pode haver contradição entre o que o relatório de sustentabilidade afirma e o que as demonstrações financeiras pressupõem.
Na prática, essa exigência:
Por que a IFRS S1 é um divisor de águas
A IFRS S1 marca uma transição definitiva: sustentabilidade deixa de ser um relatório acessório e passa a ser uma variável estrutural da análise financeira e da tomada de decisão estratégica.
Empresas que tratam a norma apenas como um exercício de reporte tendem a enfrentar dificuldades. Já aquelas que usam a IFRS S1 como ferramenta para organizar riscos, decisões e evidências ganham vantagem competitiva, maior previsibilidade e mais credibilidade junto ao mercado.
Enquanto a IFRS S1 estabelece a base geral, as IFRS S1 e IFRS S2 formam, em conjunto, o novo padrão global de divulgação financeira relacionada à sustentabilidade.
No contexto das IFRS S1 e IFRS S2, o clima passa a ser tratado como variável financeira central, exigindo integração direta com estratégia e finanças.
A IFRS S2 aprofunda e detalha as divulgações relacionadas ao clima, posicionando esse tema como uma variável financeira crítica para a estratégia, a resiliência e a continuidade dos negócios. Diferentemente de abordagens mais genéricas sobre sustentabilidade, aqui o foco é direto: como as mudanças climáticas podem afetar o desempenho econômico da organização.
A norma incorpora integralmente a estrutura da Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD), reconhecida globalmente por investidores, reguladores e mercados financeiros. Com isso, o nível de exigência técnica, analítica e de governança é significativamente mais elevado do que em relatórios tradicionais de ESG.
Na prática, a IFRS S2 consolida o entendimento de que clima não é um risco ambiental abstrato, mas um fator que pode impactar receitas, custos, ativos, passivos, acesso a capital e custo de financiamento.
Clima como risco financeiro material
A IFRS S2 exige que a organização identifique e divulgue riscos e oportunidades climáticas que possam razoavelmente afetar suas perspectivas financeiras, considerando o curto, médio e longo prazo.
Esses riscos são classificados em duas grandes categorias:
Riscos climáticos físicos
Relacionados aos efeitos diretos das mudanças climáticas sobre operações, ativos e cadeias de valor, podendo ser:
Esses riscos podem impactar, por exemplo:
Riscos de transição
Decorrem do movimento global rumo a uma economia de baixo carbono e incluem:
Esses riscos afetam diretamente decisões de investimento, estrutura de capital e competitividade de longo prazo.
Análise de cenários e resiliência da estratégia
Um dos pontos mais sensíveis — e menos maduros nas organizações — é a exigência de análise de cenários climáticos.
A IFRS S2 determina que as empresas avaliem a resiliência de sua estratégia frente a diferentes cenários climáticos, inclusive cenários mais adversos. Não se trata de previsão exata do futuro, mas de testar premissas estratégicas, financeiras e operacionais diante de possíveis trajetórias de aquecimento global e transição regulatória.
Essa análise conecta clima diretamente a:
Emissões de GEE: dados que sustentam decisões
A IFRS S2 exige a divulgação de emissões de gases de efeito estufa (GEE), de forma consistente, comparável e verificável, abrangendo:
Mais do que um inventário ambiental, esses dados passam a ser tratados como informação financeira relevante, pois impactam:
A exigência de asseguração independente reforça a necessidade de controles internos, rastreabilidade e qualidade dos dados.
Métricas, metas e planos de transição climática
A norma também exige transparência sobre:
A IFRS S2 não obriga a empresa a ter um plano de transição climática. No entanto, se a organização tiver definido esse plano — ou anunciado compromissos climáticos — ela é obrigada a explicar, detalhar e evidenciar:
Esse ponto é decisivo, pois desloca o foco do discurso para a capacidade real de execução. Promessas genéricas, metas vagas ou compromissos sem lastro operacional passam a representar risco regulatório, reputacional e até legal.
Governança e responsabilidade do conselho
Assim como na IFRS S1, a IFRS S2 reforça que a supervisão do risco climático é responsabilidade direta do conselho de administração. O conselho deve garantir que:
Nesse contexto, clima deixa de ser um tema técnico isolado e passa a integrar o dever fiduciário e a agenda central de governança.
IFRS S2 como teste de maturidade organizacional
A IFRS S2 funciona, na prática, como um teste de maturidade da organização. Ela evidencia se a empresa:
Empresas que tratam o tema apenas como comunicação institucional tendem a enfrentar dificuldades crescentes. Já aquelas que usam a IFRS S2 como ferramenta de gestão fortalecem sua resiliência, previsibilidade e credibilidade perante investidores e reguladores.
A IFRS S1 e IFRS S2 adotam o conceito de materialidade financeira, alinhado à lógica das normas contábeis tradicionais e à perspectiva do investidor. De forma objetiva, uma informação é considerada material quando sua omissão, distorção ou apresentação inadequada puder influenciar decisões econômicas de investidores e credores.
Esse conceito desloca o debate de sustentabilidade do campo do impacto genérico para o campo da relevância econômica, reforçando que o foco das divulgações não é tudo o que a empresa faz em ESG, mas aquilo que efetivamente pode alterar suas perspectivas financeiras.
Materialidade sob a ótica do ISSB
De acordo com o ISSB, a materialidade nas IFRS S1 e IFRS S2 não se limita a ativos e passivos já reconhecidos nas demonstrações financeiras. Ela inclui também riscos e oportunidades que ainda não se materializaram contabilmente, mas que podem afetar, no futuro:
Além disso, a avaliação de materialidade deve considerar horizontes temporais mais amplos do que aqueles tradicionalmente utilizados na contabilidade financeira, incorporando impactos de médio e longo prazo.
O que a materialidade exige na prática
Na prática, aplicar corretamente o conceito de materialidade nas IFRS S1 e S2 significa:
Priorizar riscos e oportunidades com impacto financeiro relevante
A empresa deve identificar quais riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade e ao clima têm potencial de gerar efeitos financeiros relevantes, positivos ou negativos. Isso envolve avaliar não apenas a probabilidade de ocorrência, mas também a magnitude do impacto econômico.
Riscos com baixa probabilidade, mas alto impacto — como eventos climáticos extremos ou mudanças regulatórias abruptas — não podem ser ignorados.
Considerar efeitos ao longo do tempo
A materialidade não se restringe ao exercício corrente. As normas exigem que a organização avalie impactos no curto, médio e longo prazo, reconhecendo que muitos riscos ESG se manifestam de forma gradual, mas acumulativa.
Essa abordagem exige que premissas estratégicas, projeções financeiras e testes de recuperabilidade de ativos considerem cenários futuros plausíveis.
Avaliar impactos diretos e indiretos
A análise de materialidade deve abranger não apenas os impactos diretos das operações da empresa, mas também efeitos indiretos ao longo da cadeia de valor, incluindo fornecedores, clientes e parceiros estratégicos.
Isso é particularmente relevante para riscos climáticos e de transição, que frequentemente se materializam fora dos limites operacionais imediatos da organização.
Um dos maiores desafios organizacionais
A aplicação da materialidade financeira é, na prática, um dos pontos mais desafiadores da implementação das IFRS S1 e IFRS S2. Isso ocorre porque ela exige integração real entre áreas que tradicionalmente atuam de forma separada, como:
Sem essa integração, a organização corre o risco de:
Materialidade como instrumento de governança e decisão
Quando bem aplicada, a materialidade deixa de ser apenas um requisito normativo e passa a funcionar como um instrumento poderoso de governança e tomada de decisão. Ela ajuda a organização a:
Por outro lado, uma materialidade mal definida tende a gerar relatórios extensos, pouco objetivos e de baixo valor informacional — exatamente o oposto do que investidores esperam das IFRS S1 e S2.
Materialidade e o papel do conselho de administração e do comitê de auditoria
A definição de materialidade financeira nas IFRS S1 e IFRS S2 não é uma decisão operacional nem um exercício técnico isolado. Trata-se de um julgamento estratégico que envolve premissas, prioridades e escolhas que impactam diretamente a forma como a empresa se apresenta ao mercado e como decisões de capital são tomadas. Por isso, a responsabilidade final recai sobre o conselho de administração, com papel central do comitê de auditoria.
As normas deixam implícito — e, em muitos pontos, explícito — que a materialidade é parte do dever fiduciário, pois influencia as informações consideradas relevantes para investidores e credores.
O conselho de administração deve assegurar que a organização:
Na prática, isso significa que o conselho não deve apenas “tomar ciência” do relatório, mas sim:
Esse nível de envolvimento aproxima a análise de materialidade das decisões tradicionais do conselho sobre orçamento, investimentos, aquisições e gestão de riscos estratégicos.
O papel crítico do comitê de auditoria
O comitê de auditoria assume papel técnico e estruturante na governança da materialidade, funcionando como ponte entre sustentabilidade, riscos, finanças e asseguração.
Entre suas responsabilidades estão:
Com a exigência de asseguração independente prevista na regulação brasileira, o comitê de auditoria passa a ter papel ainda mais relevante na defensabilidade das informações divulgadas.
Materialidade, controles internos e asseguração
A materialidade definida segundo IFRS S1 e IFRS S2 orienta:
Por isso, decisões inadequadas de materialidade podem gerar:
Cabe ao conselho, apoiado pelo comitê de auditoria, garantir que:
Materialidade como instrumento de governança
Quando bem estruturada e supervisionada, a materialidade deixa de ser um requisito técnico e passa a funcionar como um instrumento de governança corporativa, permitindo ao conselho:
Nesse contexto, a materialidade financeira se consolida como um ponto de convergência entre estratégia, riscos, finanças e governança, e não como um exercício burocrático de reporte.
O Brasil assumiu posição de vanguarda regulatória ao incorporar as normas IFRS S1 e IFRS S2 ao seu arcabouço normativo por meio da Resolução CVM nº 193, tornando-se um dos primeiros países a alinhar o mercado de capitais local aos padrões globais do ISSB.
A norma estabelece um cronograma claro e progressivo de adoção, permitindo que as companhias se preparem para um novo patamar de exigência em governança, transparência e qualidade da informação:
Além disso, a Resolução CVM 193 prevê um período de transição, com asseguração limitada na adoção inicial e asseguração razoável em fase posterior, o que aumenta progressivamente o nível de responsabilidade das companhias, da administração e dos órgãos de governança.
Na prática, essa regulação eleva o relatório de sustentabilidade ao mesmo nível de rigor, escrutínio e responsabilidade das demonstrações financeiras tradicionais. Isso coloca pressão direta sobre:
Empresas que não iniciarem essa preparação com antecedência tendem a enfrentar riscos operacionais, reputacionais e regulatórios relevantes.
Talvez o maior erro das organizações seja tratar as IFRS S1 e IFRS S2 como um projeto de compliance documental — focado apenas na produção de mais um relatório. Essa abordagem tende a gerar alto custo, baixo valor informacional e fragilidade na execução.
Na prática, as normas exigem uma transformação estrutural na forma como decisões são tomadas e sustentadas dentro da organização. Elas demandam:
Nesse sentido, IFRS S1 e S2 funcionam como um sistema de gestão, que força a organização a estruturar melhor suas escolhas estratégicas, seus critérios de priorização e sua alocação de capital.
Empresas que enxergarem esse movimento apenas como custo regulatório tendem a sofrer mais — seja por retrabalho, inconsistências ou perda de credibilidade. Já aquelas que utilizarem as normas como ferramenta de gestão e governança constroem vantagem competitiva clara, maior previsibilidade e melhor diálogo com investidores e financiadores.
Ao longo deste artigo, analisamos como as IFRS S1 e IFRS S2 redefinem a relação entre sustentabilidade, risco e desempenho econômico.
As normas IFRS S1 e IFRS S2 marcam uma transição definitiva no mercado: sustentabilidade e clima deixam de ser narrativas institucionais e passam a ser variáveis econômicas centrais, diretamente conectadas à geração de valor e à continuidade dos negócios.
Por isso, a adoção das IFRS S1 e IFRS S2 não deve ser vista apenas como obrigação regulatória, mas como instrumento de fortalecimento da governança e da tomada de decisão.
Para conselhos de administração, executivos e áreas técnicas, o desafio não está apenas em compreender o texto normativo, mas em reorganizar a forma como decisões são tomadas, registradas, monitoradas e comunicadas ao mercado.
Mais do que atender a um requisito regulatório, a adoção das IFRS S1 e S2 representa uma oportunidade concreta de:
No fim, o verdadeiro diferencial não será quem “publica o relatório”, mas quem usa essas normas para tomar decisões melhores e mais robustas no longo prazo.
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